Um dos comentários do último Post me fez pensar sobre como podemos contribuir para um Mundo Melhor Acontecer se deixarmos de lado a tendência de visualizarmos as nossas decisões sob o prisma da “individualidade impensada”. Ou seja, estamos tão acostumados a aceitar que somos uma sociedade individualista que deixamos em segundo plano a nossa tendência (e eu acredito nela!) de sermos genuinamente bons!
E pior, estamos deixando de nos esforçar para justificar, incentivar ou buscar alternativas de "bem comum coletivo" para as decisões das pessoas que conhecemos e que estão diariamente ao nosso lado. Isso mesmo! Eu quis dizer: muitas vezes acompanhamos louváveis decisões de pessoas próximas, e ficamos sinceramente felizes por elas, mas depois sempre buscamos a resposta para a pergunta: Mas o que “fulano/ciclana” vai ganhar com isso? Qual a vantagem de tal decisão ou opinião? Vai abrir mão disso ou daquilo, mas vai ter o que em troca?
E você precisa de exemplos? Aquele seu amigo superinteligente (cabeção que da até raiva..kk) passa em Medicina USP, o que ele vai ouvir? Parabéns, você estudou/mereceu, e com certeza você vai se “dar bem na vida”, principalmente em sua vida financeira, pois vai trabalhar nos melhores hospitais da cidade. Poucos complementarão que apesar de ter clientes ricos ou não, ele terá a oportunidade de cuidar do bem mais precioso de uma pessoa: a saúde, e mais, que ele poderá trazer muitas alegrias para varias famílias e também terá a responsabilidade de saber prestar solidariedade no momento de dor de muitas outras.
Um exemplo menos emocional? Vamos ao ambiente corporativo. Quando digo para as pessoas que atualmente trabalho na área de Responsabilidade Social e Ambiental de uma grande empresa, logo me dizem: Ah, mas as empresas não fazem essas coisas porque são “boazinhas”, mas porque tem incentivos fiscais, e (apesar da empresa em que eu trabalho não ter interesse nestes incentivos) eu não entendo a indignação, pois, mesmo se esse fosse o motivo, o mais importante é que tem muitas pessoas em situação de alta vulnerabilidade social sendo beneficiada por projetos sociais empresariais. Afinal de contas, segundo a ONU, 1 em cada 4 moradores das regiões metropolitanas do mundo não tem acesso à água potável e ao saneamento básico, e se nós pouco contribuímos para mudar isso, que bom que as empresas que nós conhece usam esse incentivo para “Fazer um Mundo Melhor Acontecer”!. Maaaaassss...outra coisa é a idoneidade das empresas que dizem fazer, mas não vou entrar neste mérito agora! (pronto falei! rs)
O assunto mais importante entre os exemplos citados é começarmos a pensar de uma forma bilateral sobre as decisões que tomamos, bem como a opinião e juízo de valor que temos sobre as decisões do outro. Pois essas decisões podem até ser tomadas para o benefício do indivíduo (o que algumas vezes julgamos ser egoísmo), mas será que essas decisões não podem estar fazendo (é no gerúndio mesmo) “o bem” de muitas outras pessoas também? A satisfação de saber que PODEM nos dá a certeza que e fácil Fazer Um Mundo Melhor Acontecer!
Compartilhe: Qual foi a sua última decisão, pessoal e individual, que quando menos esperava, gerou “o bem” de muitas outras pessoas?
E pior, estamos deixando de nos esforçar para justificar, incentivar ou buscar alternativas de "bem comum coletivo" para as decisões das pessoas que conhecemos e que estão diariamente ao nosso lado. Isso mesmo! Eu quis dizer: muitas vezes acompanhamos louváveis decisões de pessoas próximas, e ficamos sinceramente felizes por elas, mas depois sempre buscamos a resposta para a pergunta: Mas o que “fulano/ciclana” vai ganhar com isso? Qual a vantagem de tal decisão ou opinião? Vai abrir mão disso ou daquilo, mas vai ter o que em troca?
E você precisa de exemplos? Aquele seu amigo superinteligente (cabeção que da até raiva..kk) passa em Medicina USP, o que ele vai ouvir? Parabéns, você estudou/mereceu, e com certeza você vai se “dar bem na vida”, principalmente em sua vida financeira, pois vai trabalhar nos melhores hospitais da cidade. Poucos complementarão que apesar de ter clientes ricos ou não, ele terá a oportunidade de cuidar do bem mais precioso de uma pessoa: a saúde, e mais, que ele poderá trazer muitas alegrias para varias famílias e também terá a responsabilidade de saber prestar solidariedade no momento de dor de muitas outras.
Um exemplo menos emocional? Vamos ao ambiente corporativo. Quando digo para as pessoas que atualmente trabalho na área de Responsabilidade Social e Ambiental de uma grande empresa, logo me dizem: Ah, mas as empresas não fazem essas coisas porque são “boazinhas”, mas porque tem incentivos fiscais, e (apesar da empresa em que eu trabalho não ter interesse nestes incentivos) eu não entendo a indignação, pois, mesmo se esse fosse o motivo, o mais importante é que tem muitas pessoas em situação de alta vulnerabilidade social sendo beneficiada por projetos sociais empresariais. Afinal de contas, segundo a ONU, 1 em cada 4 moradores das regiões metropolitanas do mundo não tem acesso à água potável e ao saneamento básico, e se nós pouco contribuímos para mudar isso, que bom que as empresas que nós conhece usam esse incentivo para “Fazer um Mundo Melhor Acontecer”!. Maaaaassss...outra coisa é a idoneidade das empresas que dizem fazer, mas não vou entrar neste mérito agora! (pronto falei! rs)
O assunto mais importante entre os exemplos citados é começarmos a pensar de uma forma bilateral sobre as decisões que tomamos, bem como a opinião e juízo de valor que temos sobre as decisões do outro. Pois essas decisões podem até ser tomadas para o benefício do indivíduo (o que algumas vezes julgamos ser egoísmo), mas será que essas decisões não podem estar fazendo (é no gerúndio mesmo) “o bem” de muitas outras pessoas também? A satisfação de saber que PODEM nos dá a certeza que e fácil Fazer Um Mundo Melhor Acontecer!
Compartilhe: Qual foi a sua última decisão, pessoal e individual, que quando menos esperava, gerou “o bem” de muitas outras pessoas?
Claudia Moreno
Twitter: @claudiamorenoo
Facebook: Claudia Moreno
Isso me pensar..rs (e mto) As decisões envolvem em sua maioria perdas e ganhos, pensamos nos ganhos, é claro. Mas o mínino pode ser o máximo: o sorriso no rosto, o bom dia sincero e é claro, o genuíno interesse em ajudar as pessoas. " Faça acontecer que eu faço valer a Pena".
ResponderExcluirDecidir entre o bom e o mau humor, o abençoar ao invés de amaldiçoar, o simples ao sofisticado, o ambientalmente correto e o desperdício, isso está no abrir os olhos pela manhã.
Clau, obrigada por me fazer lembrar de todos os momentos bons, neste simples "post".
Realmente "Fazer acontecer um mundo melhor" é a grande meta do século XXI. Muita coisa é dita, mas pouca é feita e vivemos esperando por isso. É aquela história de postergar as coisas, deixando para amanhã o que podemos melhorar hoje ainda.
ResponderExcluirParabéns pelo blog
Abraços
A Cada Leitura fico mais orgulhosa.....
ResponderExcluirAcredito na conscientização.... hoje vivemos num mundo muito descrente.Não acreditamos em nõs mesmos. Não confiamos em nõs! Nos odiamos, a tal ponto que vai de um simples xingamento no transito a uma guerra capaz de durar anos e envolver milhares de pessoas inocentes.
E o que eu posso fazer? Posso sim ignorar tudo e ser indiferente, ou seja, não atrapalha minha vida mesmo!
Mas e os meus filhos que um dia vão chegar, e q eu terei o dever como Mãe de ensinar oq é certo? Eu tbém devo ensina-lo a ser indiferente? Sabendo que se eu ensinar a jogar lixo na rua ele estara contribuindo para uma nova enchente, que se eu ensina-lo a hostilidade ele sofrerá com os insultos devolvidos. Ou se eu ensina-lo o egoismo de não partilhar nada com o proximo, ele podera sofrer com o egoismo do proximo. Enfim, como posso ser indiferente se eu ou as pessoas que dependem ou vão depender de mim serão diretamente afetadas com os meus atos?
Não Espero que minhas atitudes e reformas interiores mudem o mundo, sou muito pequena pra tanto. Mas espero que mude o meu mundo e que os mundos ao meu redor sejam influenciados e assim sucessivamente.
Então o importante é a conscientização do que verdadeiramente importa: as pequenas atitudes, o que esta ao nosso alcance para ser feito.
Desculpe os erros de concordancia e ortografia.
Eu concordo com você, Fabiana, a Conscientização é fundamental nesse processo. E isso inclui ainda uma mudança cultural, uma transformação profunda, que permita às pessoas terem um pensamento coletivo de forma espontânea, intrínseca ao seu comportamento.
ResponderExcluirÓtimo exemplo sobre o ambiente corporativo! A verdade é que, seja “pelo amor ou pela dor” as empresas, e os indivíduos,precisam mudar o seu posicionamento e se adequar a esse mundo no qual os recursos são escassos e o abismo social é imenso. Então, é melhor que essa atitude seja feita com amor.
Por atuar em uma instituição financeira, vou citar aqui o exemplo das políticas de microcrédito. Desenvolvidas para atender às necessidades de pequenos empreendedores, essas linhas de crédito interferem diretamente na esfera social da sustentabilidade.
Para viabilizar esse recurso, o agente financeiro precisa fazer uma análise detalhada e identificar se o montante do financiamento é compatível com o perfil do negócio e capacidade de pagamento.
Mas o diferencial está na relação entre o financiador e o empreendedor, é necessário, mais do que a liberação de crédito, que o agente acompanhe a aplicação dos recursos, o desenvolvimento do negócio e principalmente, oriente sobre práticas para uma administração adequada. Essas políticas incentivam e sustentam atividades produtivas gerando emprego, capacitação, ocupação e renda.
Isso gera lucro para o Banco? É óbvio! Mas, muito além do que o assistencialismo proporciona, essas práticas são inovadoras, permitem a evolução da nossa sociedade e acima de tudo: FAZEM UM MUNDO MELHOR.
Abs.
Karen Bezerra
Karen,
ResponderExcluirexcelente! Suas observações sempre me inspiram a escrever! Você deu um ótimo exemplo de "Negócios Sustentáveis". Assuntos que nem sempre estão na mídia, mas fazem toda a diferença para a sociedade!